Mulheres indianas: o que você precisa saber sobre elas!

10 Abril, 2019

Mulheres indianas: o que você precisa saber sobre elas!

Ser mulher: uma dádiva, porém, um desafio. As lutas femininas ao redor do mundo despontam com grande força. Desde a conquista do sufrágio universal, os movimentos em busca de mais igualdade civil, política e social são frequentes. Com as mulheres indianas não é diferente — pelo contrário, ainda há muito espaço a se conquistar.

Com seus tecidos coloridos, vestes típicas, lenços bordados e a uma aura de mistério, a população feminina da Índia é um exemplo da cultura do país e, principalmente, um símbolo de força. A sociedade indiana é cheia de desafios, riscos e barreiras para as mulheres, mas a cada dia elas a voz delas ganha mais força e vão quebrando os obstáculos.

Acompanhe este texto e saiba mais sobre o que é ser mulher na Índia: seus costumes, suas lutas, suas atribulações e suas conquistas. Vamos lá?

A vida das mulheres na Índia

A Índia é um país de incontáveis riquezas em relação à beleza e à cultura. No entanto, a sociedade milenar ainda enfrenta problemas sociais que estão muito enraizados em suas tradições religiosas. É o caso da desigualdade de gênero: as mulheres indianas não têm os mesmos direitos ou o mesmo espaço que os homens.

Enquanto eles trabalham, estudam e andam pelas ruas livremente, muitas famílias esperam que as mulheres sejam reservadas, não trabalhem após o casamento e sejam modestas.

Existem regiões do país mais liberais, assim como uma maioria do povo extremamente acolhedora e bondosa. No entanto, em estatísticas, a Índia é o país mais perigoso para mulheres no mundo.

A sociedade acaba sendo machista ao ponto de não ser crime um marido estuprar sua esposa. Outros problemas, como o tráfico sexual, o trabalho escravo, a preferência por filhos homens e o infanticídio feminino são, infelizmente, ainda bastante presentes.

Paradigmas e tradições que afetam a qualidade de vida das mulheres indianas estão sendo cada vez mais discutidos. Em razão da desvalorização social, a luta feminina tem ganhado destaque: são protestos que repercutem em todo o país. Felizmente, alguns resultados já podem ser vistos e, pouco a pouco, as mulheres conquistam seu espaço.

As tradições indianas que afetam as mulheres

Índia é um dos berços da cultura oriental e trouxe muitas influências para o Ocidente também. Tendo como oficial a religião mais antiga do mundo — o hinduísmo —, as crenças e tradições do país ainda reservam muito dos ritos originais. Entre os princípios hindus estão:

  • a crença na reencarnação;

  • a lei natural de causas e efeitos (Karma);

  • o ciclo de renascimentos (Samsara);

  • a libertação da Samsara (Moshka);

  • o caminho da Verdade (Dharma).

Você também já deve ter ouvido falar sobre as muitas divindades hinduístas. São milhares, entre as quais as mais cultuadas são Brahma, Vishnu e Shiva: a trindade que garante o equilíbrio, sendo responsáveis pela criação, preservação e destruição, respectivamente.

Os costumes religiosos são muito fortes no país, já que cerca de 80% da população é hindu. No entanto, a base de suas tradições também tem outros dois componentes: o sistema de castas e a desigualdade de gênero. Em relação ao primeiro, pode parecer para nós, ocidentais, que é um modelo arcaico.

Contudo, precisamos nos lembrar de que estamos diante de uma cultura muito diferente e, principalmente, que a divisão por castas tem origem no hinduísmo. Para os indianos, a religião está muito atrelada a todos os aspectos da vida. Então, os estratos são algo que deve ser compreendido pela perspectiva cultural. São quatro castas, além da camada dos dalit:

  • brahmin: a casta mais alta — de sacerdotes e pensadores —, nascidos na cabeça de Brahma;

  • kshatrya: a casta dos guerreiros, nascidos nos braços de Brahma;

  • vaishya: a casta dos comerciantes, nascidos nas pernas de Brahma;

  • shudra: os camponeses, artesãos e operários, nascidos nos pés de Brahma;

  • dalit: sem casta, nascidos da poeira que Brahma pisou — são os conhecidos "intocáveis", mas esse termo não é mais utilizado.

Hoje em dia, as desigualdades sociais decorrentes da divisão por castas são mais amenas. O sistema ainda está arraigado na cultura indiana, mas não é mais oficial desde 1947, quando a discriminação por castas foi proibida.

Como dissemos, as tradições indianas têm outro componente principal além da religião e da divisão por castas: a desigualdade de gênero. Muitos costumes ainda afetam diretamente as mulheres indianas, que não são vistas com os mesmos olhos que a população masculina. Vamos conhecer alguns dos principais:

Infanticídio feminino

Forte, não é? Infelizmente, essa é uma realidade que fez parte da Índia por muito tempo. Hoje em dia, há um endurecimento das leis para evitar o problema. Uma das mais controversas é a proibição legal de saber o sexo do bebê durante a gravidez. A tentativa do governo é justamente diminuir o número de abortos de meninas.

Devido aos custos com o dote para o casamento e aos riscos que as meninas correm, muitas famílias avaliam o nascimento de uma filha como algo ruim. Por isso, o número de abortos seletivos e de infanticídio feminino era bastante expressivo.

Em 2015, houve um movimento no Twitter iniciado pelo primeiro-ministro Narendra Modi, chamado #BetiBachaoBetiPadhao (em português, algo como "Salve a filha, eduque a filha"), que viralizou. Nele, os pais postavam selfies com suas filhas. O objetivo era sensibilizar a nação para a questão do abandono de crianças do sexo feminino.

Dote para o casamento

Os casamentos na Índia ainda costumam ser arranjados, isto é, os noivos são escolhidos pela família e, normalmente, só têm um contato mais próximo no dia da cerimônia. É claro, muitos desses costumes estão sendo flexibilizados com o passar dos anos, mas a tradição ainda é bastante forte.

Uma das responsabilidades clássicas da família da noiva era acumular um dote, para presentear a família do noivo no casamento. Embora essa prática seja ilegal desde 1961, ainda não desapareceu por completo do país, uma vez que apenas 30% das mulheres indianas trabalha. 

Rituais na cerimônia

As ideias de casamento arranjado e de dote da noiva podem não nos parecer muito positiva, afinal, nossa cultura é muito diferente. No entanto, em um ponto é difícil discordar: as cerimônias indianas são um show à parte! Veja alguns dos rituais mais conhecidos:

  • a noiva passa por uma semana inteira de preparação;

  • no dia anterior ao casamento, a noiva tem suas mãos e pés pintados com tatuagem de henna, chamada de mehendi.

  • a mulher é coberta de joias;

  • os noivos tomam banho em sândalo no dia da cerimônia, como uma forma de purificação para o casamento;

  • é o noivo quem vai ao encontro da noiva no altar;

  • durante os rituais, o casal fica separado por uma cortina de seda (chamada de Antarpat) para que não se vejam;

  • após o término da recitação de mantras, a cortina é retirada e os noivos trocam juras de amor, colares e anéis;

  • em comparação com a nossa ocidental troca de alianças, o momento mais importante do casamento indiano é a volta no fogo sagrado (Saptapadi), quando a nova família é abençoada.

Apesar de ser uma cerimônia lindíssima e muito tradicional, os casamentos ainda afetam muito a vida das mulheres indianas, principalmente porque muitas vezes esse é o único rumo possível. Desse modo, as meninas que se casam forçosamente acabam tendo problemas como o abandono escolar e a ausência de uma vida profissional.

Um estudo realizado pelo Instituto de Saúde Métrica e Avaliação na Universidade Washington, por exemplo, indicou que a maior causa de suicídio entre mulheres de 15 a 49 anos seria o casamento arranjado e os problemas decorrentes dele, como violência doméstica e depressão.

De acordo com o psicanalista Sudhir Kakar, "quando as mulheres se casam, atravessam um período muito duro, já que se mudam para a casa dos sogros, onde têm pouco apoio e passam a ocupar o nicho mais baixo".

A diretora do Centro de Pesquisa Social de Nova Déli, Ranjana Kumari, confirma essa realidade, dizendo que "as meninas se casam muito novas e não estão preparadas para o casamento nem para a violência que em muitos acontece. [...] Além disso, não podem partilhar seus problemas com ninguém. Estão sozinhas."

Porém, há vários casos de casamentos arranjados que são bem sucedidos e com casais felizes, pois as pessoas fazem esforço extra para o casamento dar certo com o novo cônjuge.

Viúvas segregadas

Uma tradição também milenar e que, aos poucos, vem sendo flexibilizada é a da segregação das viúvas. As mulheres indianas que perdiam seus maridos eram excluídas da sociedade e até mesmo evitadas em lugares públicos.

Para que fossem identificadas, eram obrigadas a sempre utilizar um sári branco. Atrelado a essa segregação, estava o alto índice de sacrifício de viúvas. Elas mesmas acabavam tirando a própria vida, como uma forma de purificação — quando havia o suicídio, a esposa alcançava um status divino (Sati).

A moda e os trajes das mulheres na Índia

Já reparou como nossas roupas dizem muito sobre a nossa cultura? Embora o Ocidente já esteja tão globalizado a ponto de não haver trajes tão característicos de cada nação, alguns países reservam nas vestimentas um grande expoente de suas tradições.

É o caso da Índia, onde homens e mulheres vestem a tradicional kurta, uma espécie de túnica até os joelhos, que já fez bastante sucesso aqui no Brasil. Entretanto, no dia a dia, as roupas masculinas são mais ocidentalizadas.

Em contrapartida, é muito comum ver mulheres indianas nas ruas com trajes tradicionais, apesar de garotas jovens usarem bastante jeans e camiseta. Algumas peças são clássicas no guarda-roupa da mulher na Índia, especialmente entre a população hindu. Confira algumas abaixo:

Sári

sári indiano ou saree é a peça mais tradicional. Trata-se de um pedaço longo de tecido, com cerca de 6 metros, que é enrolado no corpo de diversas formas — dizem que há dezenas de jeitos de vesti-lo! Embaixo, as mulheres costumam usar uma espécie de blusa cropped e uma saia em algodão, onde o sári é enrolado.

O estilo da peça depende um pouco da região do país, e cada região possui um jeito característico de usar o sári. Os artesãos na Índia têm muita delicadeza em seu trabalho: fazem diversos acabamentos, bordados, detalhes em ouro etc.

Sawar kamiz

O sawar kamiz, conhecido no Ocidente como punjabi, é uma vestimenta mais prática e casual, usada principalmente no estado de Punjab — daí o nome. Trata-se de um conjunto com calça e blusa em dois modelos: o churidar, em que a calça é mais justa, e o patiala, com pernas bem-folgadas.

Lehenga choli

Considerada uma vestimenta de luxo, lehenga choli é usado principalmente em cerimônias de casamento. O traje é composto por uma blusa curta (o choli), um xale enrolado no busto e usado como véu e uma saia longa rodada e mais volumosa chamada lehenga, frequentemente repleta de bordados feitos à mão. 

Kurta

A kurta, ou kurti, é uma roupa básica, utilizada (além dos homens) pelas mulheres indianas no cotidiano, uma túnica mais justa até a altura dos joelhos. 

Para acompanhar o kurti, é comum utilizar leggings ou uma calça levemente folgada chamada de pijama. É isso mesmo! O termo entrou para a língua inglesa justamente na época em que a Índia foi uma colônia britânica. Para nós, em vez de apenas uma calça larga, o pijama é um traje de dormir. 

Dupatta

Para completar o visual e ajudar a esconder o colo, as mulheres indianas costumam andar com xales jogados nos ombros. É a tradicional dupatta, um acessório que está sempre nas bolsas femininas, principalmente para se cobrir caso haja um templo ou uma mesquita por perto.

A quebra de paradigmas e a conquista de espaço

Como você está vendo, a sociedade indiana ainda traz muitos paradigmas em relação à igualdade de gênero, além de ser um país com altos índices de violência contra as mulheres. A boa notícia é que essas barreiras estão sendo rompidas.

Cada vez mais, as mulheres indianas lutam por seus direitos e buscam um tratamento justo em sociedade. Alguns protestos ganharam a imprensa mundial nos últimos anos devido à magnitude das inciativas femininas e à comoção generalizada. Aos poucos, essa luta promove mudanças graduais e conquista de espaço.

Um grande destaque foi a onda de protestos em 2012, após o chocante caso de estupro coletivo da estudante de 23 anos em um ônibus. A jovem faleceu em decorrência dos ferimentos. Um grande número de mulheres foi às ruas protestar e homenagear a vítima. Como resultado, as penas para esse tipo de crime foram endurecidas.

Mais recentemente, no início deste ano, o mundo inteiro acompanhou um grande "muro humano" com mais de 5 milhões de mulheres indianas em volta do templo Sabarimala. O protesto era para que os ambientes religiosos hindus permitissem a entrada de pessoas do sexo feminino — o que é proibido em muitos templos.

Em decorrência das lutas femininas, já podemos acompanhar algumas iniciativas governamentais para aumentar o espaço das mulheres na sociedade. É o caso, por exemplo, do Programa Mahila Samkhya, criado em 1988 pelo Estado com objetivo de proporcionar mais igualdade social entre os gêneros.

As mulheres indianas que você deve conhecer

Depois de entender um pouco da realidade das mulheres indianas — que nem sempre é fácil —, que tal conhecer algumas figuras femininas que marcaram a história da Índia? Veja 8 nomes que merecem ser lembrados:

Anandi Gopal Joshi

Apesar das dificuldades e das limitações encontradas em relação aos estudos na Índia, ainda mais no século 19, a jovem Anandi Gopal Joshi foi a primeira mulher sul-asiática a se formar em medicina ocidental. Há quem diga, também, que ela foi a primeira indiana a pisar no território norte-americano.

Ela nasceu em uma família hindu ortodoxa e se casou aos nove anos com um homem duas décadas mais velho. Apesar da diferença de idade e da união arranjada, o esposo incentivava os estudos de Anandi e permitiu que ela fizesse aulas de inglês. A perda do seu primeiro filho recém-nascido por falta de assistência fez com ela decidisse se tornar médica.

Priyanka Chopra

Priyanka Chopra é uma das atrizes indianas mais conhecidas no mundo, inclusive atuando na televisão norte-americana. Além de ter protagonizado muitos filmes indianos e ser lindíssima — o que já lhe rendeu o título de Miss Mundo —, a estrela de Hollywood é conhecida por sua atuação social e pelo ativismo feminista.

Em entrevistas, ela relata que foi muito subestimada em sua carreira por ser mulher em uma sociedade ainda muito machista como a indiana. No entanto, ela ganhou o mundo e se tornou um símbolo de representatividade feminina.

A atriz é embaixadora da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas (ONU) e mantém uma fundação própria, a "The Priyanka Chopra Fundation for Health and Education". A organização ajuda crianças indianas com baixa condição social em termos de saúde e educação.

Indira Gandhi

Em um país em que as mulheres eram obrigadas a se casar muito cedo com homens desconhecidos, Indira Gandhi não se deixou limitar. Seu brilhante estrategismo e conhecimentos políticos a levaram a ser a primeira mulher da história da Índia a ocupar um cargo de chefe de governo: ela foi a primeira-ministra do Estado entre 1966-1977 e 1980-1984.

Pratibha Patil

Na política, outro grande destaque é Pratibha Patil, que se tornou a primeira mulher indiana a ocupar o cargo da presidência, no ano de 2007. Formada em Direito, Ciência Política e Economia, ela já ficou em primeiro lugar na lista de mulheres políticas mais bem-pagas do mundo, segundo a revista People With Money.

Kalpana Chawla

Na área das ciências, um dos nomes mais lembrados é o de Kalpana Chawla, a primeira indiana a ir para o espaço, em 2003. Integrante da Nasa desde 1995, ela realizou seu primeiro voo espacial na nave Columbia, que algumas missões mais tarde se desintegrou ao reentrar na atmosfera terrestre.

Kalpana e os demais tripulantes morreram na tragédia. Como homenagem, o primeiro-ministro da Índia batizou a primeira série de satélites indianos lançados no espaço de Kalpana. Além disso, recebem o nome da astronauta uma rua em Nova York, uma sala na Universidade do Texas e um supercomputador da Nasa.

Rupi Kaur

Falando em mulheres indianas que ficaram para a história, a poetisa Rupi Kaur, nossa contemporânea, certamente será lembrada por muito tempo. O primeiro livro dela, Outros jeitos de usar a boca, foi lançado de forma independente em 2014. Desde então, ela se tornou um verdadeiro fenômeno mundial.

Além de dar visibilidade à classe feminina da Índia, a escritora trata em seus versos justamente de problemas enfrentados pelas mulheres no país. Infanticídio feminino, abuso sexual, violência doméstica, sofrimento, maternidade e machismo são temas que permeiam a obra de Rupi. 

Vendana Shiva

Na área ambiental, o destaque fica para Vendana Shiva, uma das maiores ativistas indianas e um símbolo da luta pela agroecologia do mundo. Ela é doutora em física quântica e, em 1982, abriu a Fundação de Pesquisa, Ciência, Tecnologia e Ecologia (RFSTE, na sigla em inglês).

Além de se preocupar com o ambientalismo, Vendana é uma ativista pelos direitos das mulheres. Ela fundou a Diverse Women for Diversity (Mulheres Diversas pela Diversidade), que busca associar a ecologia, o feminismo e o respeito às diversidades culturais e biológicas. 

Sunitha Krishnan

Vítima de estupro coletivo quando era muito nova, Sunitha Krishnan não deixou que o abuso acabasse com sua luz. Em vez disso, fundou o grupo Prajwala — em português, "Fogo eterno" —, que resgata mulheres e meninas vivendo em prostituição, muitas delas vítimas do tráfico sexual.

De acordo com a ativista, o que mais motivou sua vocação para esse trabalho não foi exatamente o trauma físico ou psicológico após a violência, mas a indignação pelo modo como foi tratada pela sociedade, como se fosse culpada. Até hoje, a fundação de Sunitha já salvou mais de 2,5 mil mulheres do tráfico sexual. 

Como você viu, as mulheres indianas são uma representação da cultura do país: cheias de cores, mistério e muito encanto. Apesar de ainda não terem os mesmos direitos que os homens, ou que as mulheres ocidentais, a força feminina na Índia é muito significativa e tem ganhado mais espaço a cada dia.

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Guia de tamanhos

ROUPAS:

Nossas roupas possuem modelagem mais larguinha, para você se sentir livre e confortável em todos os momentos.

Caso deseje tirar a dúvida, pegue uma fita métrica e meça o seu corpo nos pontos mencionados abaixos. 

*Busto: Passe a fita métrica no ponto mais alto do busto, na altura dos mamilos. 

*Cintura: Meça a parte mais fina da sua cintura, geralmente na altura do umbigo.

*Quadril: A parte mais larga do seu quadril.

De acordo com as suas medidas, confira qual o tamanho ideal para você:

VESTIDOS

 

P

M

G

GG

BUSTO

ATÉ 90CM

91 – 96 CM

97 – 102 CM

103 – 108 CM

LARGURA ABAIXO DO BUSTO

ATÉ 74CM

75 – 80 CM

81 – 86 CM

87 – 92 CM

ABERTURA DA MANGA

25 CM

26 CM

27 CM

28 CM

*Nossos vestidos são bem soltinhos na cintura e no quadril, então as únicas medidas relevantes são a do busto e logo abaixo do busto. 

 

MEDIDAS BATA HAPPEE

MODELO: PRETA COM PAVÃO NO OMBRO

 

P

M

G

GG

BUSTO

ATÉ 95CM

96 – 101 CM

102 – 106 CM

107 – 113 CM

CINTURA

ATÉ 95CM

96 – 101 CM

102 – 106 CM

107 – 113 CM

QUADRIL

ATÉ 98 CM

99 – 105 CM

106 – 112CM

113 – 120 CM

COMPRIMENTO COSTAS

57

60

63

66

 

 

MEDIDAS BLUSAS MANGA CURTA

MODELO: PRETA COM BOLSO ESPELHOS OU AZUL MARINHO PAVÃO BORDADO

 

P

M

G

GG

BUSTO

91 – 96 CM

97 – 102 CM

103 – 107 CM

108 – 113 CM

CINTURA

91 – 95 CM

96 – 100 CM

101 – 104 CM

105 – 108 CM

QUADRIL

ATÉ 105 CM

106 – 110 CM

111 – 115 CM

116 – 120 CM

COMPRIMENTO

57

59

62

64

 

 

MEDIDAS BLUSA MANGA ¾:

MODELOS: PRETA COM DETALHE DECOTE e AZUL MARINHO MANGA ESPELHOS

 

P

M

G

GG

BUSTO

ATÉ 89CM

90 – 96 CM

97 – 102 CM

103 – 109CM

CINTURA

ATÉ 82 CM

83 – 88 CM

89 – 96 CM

97 – 103 CM

QUADRIL

ATÉ 96 CM

97 – 104 CM

105 – 111 CM

112 – 120 CM

COMPRIMENTO

64

66

69

71

 

MEDIDAS PANTALONA

 

P

M

G

GG

TAMANHO EQUIVALENTE

36-38

38-40

40-42

44-46

 *Nossas pantalonas são super larguinhas, com elástico na cintura para se moldar a vários tipos de corpo, então as medidas são flexíveis. Porém, para que possa se guiar, baseie-se nos tamanhos que você usa de outros tipos de calça.

 

CALÇADOS:

Nossos calçados já estão adaptados aos tamanhos e pés brasileiros, então basta selecionar o seu tamanho ;) 

 

 

*Caso você ainda tenha dúvidas em relação ao seu tamanho, envie um e-mail para info@iamhappee.com, e responderemos o mais rápido possível. :)